HP nega que EDS esteja a venda
A HP negou, na quarta-feira (19/09) que sua CEO, Meg Whitman, juntamente com o conselho administrativo, cogitasse a venda da EDS, seu braço de outsourcing. Fontes internas, no entanto, disseram à CRN norte-americana que a fabricante considerou o movimento e, inclusive, chegou a sondar eventuais compradores.
Um porta-voz da divisão da companhia negou a intenção. “A HP não está tendo, ou teve, discussões sobre vender o negócio de Enterprise Services”, disse. “A empresa está 100% comprometida com a unidade e irá discutir planos para essa divisão em 3 de outubro, no encontro Securities Analyst Meeting”.
Em 2009, a HP agregou a EDS, fortalecendo o seu, até então, pequeno negócio de serviços, reposicionando a empreitada como HP Enterprise Services.
Na teoria, a EDS seria um negócio fácil ser vendido por não ser algo fortemente integrado ao resto dos negócios da HP e, essencialmente, opera como uma divisão apartada da companhia, avaliou uma fonte familiar ao caso à CRN. “Trata-se de uma unidade de negócios que poderia ser vendida”, avaliou, pedindo anonimato.
Na mira estaria a oferta a um fundo de private equity. “Faria sentido [como um potencial comprador], porque poderia entrar e reformular a coisa toda Há clientes lá e a EDS não está morta”, acrescentou.
A HP comprou a EDS em 2008 por 13,9 bilhões de dólares. Na época, tinha cerca de 140 mil funcionários. Desses, 30 mil sairam ao longo dos últimos anos e mais um tanto deve ser cortado dentro das metas de redução dos quatros previstas pela fabricante para os próximos meses.
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